domingo, 30 de novembro de 2008

Material produzido pela Professora Luciana do Nascimento Santos- África-Brasil

Meus vídeos


É só clicar...

Itaú Cultural apresenta crianças do Núcleo de Recreação e Cultura do Instituto Alana

(Clique na imagem para ampliá-la)

NURECA no ITAÚ CULTURAL 20:00 - 01/12/2008Os 300 alunos do Núcleo de Recreação e Cultura do Instituto Alana farão uma mostra de encerramento de suas oficinas, no Itaú Cultural, dia 1° de Dezembro, próxima segunda-feira. As apresentações acontecerão na Avenida Paulista, n° 149, próximo à Estação de Metrô Brigadeiro.

O espetáculo terá início às 20h e duração de 2h e trará trechos de poesias, cordel, teatro, capoeira, maculelê, coral, flauta, violão e uma participação especial do Grupo Alana de Percussão e Banda.

Programação:
POEMA - Passarinheiro – Apresentação dos alunos de estudo da língua
TRENZINHO CAIPIRA (Heitor Villa Lobos) Flauta e violão
ERA UMA CASA (Vinicius de Moraes) Apresentação dos alunos de coral infantil e violão
LUAR DO SERTÃO (Luiz Gonzaga ) Violão
HISTÓRIA – Apresentação de texto produzido pelos alunos sobre trechos de diversos contos do folclore brasileiro
TEATRO – CURUPIRA - Adaptação escrita pelos alunos de 06 e 07 anos do conto folclórico
CORDEL - Estrofes em formato cordel produzida e interpretada por alunos de 13 e 14 anos após vivência com cordelista Costa Senna no Espaço Alana
BOI e CABOCLINHO- Misto de dança, coral e percussão com diversas turmas que estudaram o Boi Bumbá e Bumba Meu Boi (referência maranhense)
FREVO – Dança de alunas de 11 e 12 anos
O QUE É, O QUE É? – Resultado de investigação sobre procedimento de pesquisa e gêneros de texto oral e escrito
TEATRO: MISSA DOS MORTOS – Adaptação do Curupira, porém com alunos de 14 e 15 anos.
RODA DE VERSOS – Brincadeira de roda de versos, escritos com a professora de estudo da língua, e musicados, com a professora de musicalização
CIRANDAS – Fusão do trabalho de cantos de brincadeira e jogos do professor de jogos
JORNAL – Montagem de telejornal esportivo
CAPOEIRA – Mostra do trabalho realizado ao longo do ano com o professor de capoeira com foco em arte, proteção, esquiva e auto-controle
MACULELÊ – Vertente do trabalho de capoeira e percussão


Horário
20:00 às 22:00 - 01/12/2008

Local - Itaú Cultural
Avenida Paulista, nº149 - Bela Vista - São Paulo - SP

DVD resgata o papel pedagógico e cultural da capoeira brasileira em Campinas


(Clique na imagem para ampliar o folder)

O mestre de capoeira Paulão, do Grupo Coquinho Baiano de Campinas, vai lançar um DVD sobre a história da Capoeira no Brasil e no mundo.

Vão ocorrer diversos eventos sobre o tema entre os dias 11 e 14 de dezembro.

O mestre Paulão milita em prol da Capoeira há 38 anos, é compositor de músicas afro-brasileiras, malabarista, faz apresentações de samba e pagode com seus amigos, é um dos cientistas populares que tanto ajudam a enriquecer as culturas e o folclore do povo brasileiro.

Nesse ano, esteve na Itália, para lecionar sobre a cultura afro-brasileira, e atua em Campinas e em todo o Brasil em prol da difusão dos saberes populares das músicas e das danças do país.

Já foi cortador de cana-de-açúcar, junto com sua família, e hoje é um dos defensores do Movimento Negro. Existe também um site, com várias informações:
www.coquinhobaiano.org.br.

O lançamento do DVD vai ocorrer na Estação Guanabara, que fica na rua Mário Siqueira, sem número, no centro, em Campinas.

O mestre disse que tem interesse em unir as redes de comunicação sobre a capoeira e outras manifestações afro-brasileiras, para que, assim, seja possível focar e aprofundar, com intensidade, as atividades.

Uma das propostas que estão sendo discutidas é a possibilidade de incluir a Capoeira entre as modalidades oferecidas pelas Olimpíadas.

O telefone de contato dele é (19) 81995791. O e-mail dele é: .

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

De Debret às escolas do século XXI



De Debret às escolas do século XXI
http://www.multirio.rj.gov.br/portal/riomidia/rm_materia_conteudo.asp?idioma=1&v_nome_area=Materias&idMenu=3&label=Materias&v_id_conteudo=72288#

Com o objetivo de refletir sobre as condições que favoreceram o surgimento e a manutenção, por quatro séculos, do sistema escravista no país, e identificar algumas contribuições dos povos africanos para a formação da sociedade brasileira, a MULTIRIO lança nesta sexta-feira, dia 28, às 16 horas, no Museu da República, o kit Uma viagem pitoresca: de Debret às escolas do século XXI, composto de um livro e de um curta-metragem.





No ano em que se comemora os 120 anos de abolição da escravatura, o livro traz informativos de historiadores que, além de levar o leitor a refletir sobre o tema, resgatam aspectos da história da África e dos africanos no Brasil, desconhecidos da maioria do povo brasileiro. Há textos de Mônica Lima, professora do Cap/UFRJ; dos professores Marcelo Bittencourt, Sheila Faria e Julio Cesar Tavares, integrantes do Departamento de História da UFF; e da historiadora Rachel Jaccoud Ribeiro

O curta que acompanha o livro mistura animação com captação em vídeo. O audiovisual parte das pranchas da Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, criada por Debret. O vídeo conta uma história que proporciona um encontro virtual entre navegantes de ontem e de hoje. Apresenta uma viagem dentro de outra viagem, onde a atual (re)significa a antiga, emprestando a ela novas possibilidades de leitura e fruição estética.

“A obra se insere também num contexto de afirmação da cidadania, onde a inclusão digital pode ser especialmente qualificada por uma escola antenada com os desafios colocados pelo novo século”, afirma Fernando Mozart, um dos criadores do kit.

A publicação é dirigida aos professores e o audiovisual, voltado prioritariamente para adolescentes e jovens.

Lançamento - O lançamento acontecerá, no dia 28 de novembro, às 16 horas, no Museu da República, com a exibição do vídeo e um bate-papo com Fernando Mozart, Martha Moreira (responsáveis pela criação do kit), a atriz e poetisa Elisa Lucinda e Ana Gomes, coordenadora pedagógica da Escola Municipal Alberto Rangel, localizada na Cidade de Deus.

Currículo nas escolas - Desde 2003 escolas públicas e privadas de todo o país são obrigadas pela lei federal nº 10.639 a oferecer, em seu currículo, o ensino de História da África e da Cultura Afro-brasileira. Em março de 2008 esta legislação foi ampliada pela lei 11.645, que acrescentou a obrigatoriedade da inclusão de conteúdos sobre a História dos Índios do Brasil.

Propostas para a arte na educação infantil, texto de Silvia Sell Duarte Pilloto

Compartilho esse texto como base para uma reflexão sobre o papel da arte com as crianças pequenas.
Há muitos outros textos interessantes no mesmo site, do Instituto Arte na Escola. Confira em http://www.artenaescola.org.br/pesquise_artigos.php
Abraço,
Selma

Propostas para a arte na educação infantil
Silvia Sell Duarte Pillotto

coordenadora pedagógica do Projeto Institucional Arte na Escola / Univille, e Letícia Coneglian Mognol, pesquisadora*
Disponível em http://www.artenaescola.org.br/pesquise_artigos_texto.php?id_m=24

A linguagem da arte na educação infantil tem um papel fundamental, envolvendo os aspectos cognitivos, sensíveis e culturais. Até bem pouco tempo o aspecto cognitivo não era considerado na a educação infantil e esta não estava integrada na educação básica. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação 9.394/96 veio garantir este espaço à educação infantil, bem como o da arte neste contexto.

Para compreender a arte no espaço da educação infantil no momento atual, mesmo que brevemente, é preciso situar o panorama histórico das décadas de 80 e 90. Os referenciais que fundamentavam as práxis do profissional da educação infantil eram os Cadernos de Atendimento ao Pré-escolar (1982), criados pelo Ministério da Educação e Cultura – MEC. Os textos destes Cadernos para aquele momento histórico tiveram contribuição fundamental como subsídio para as ações dos educadores atuantes na educação infantil. Entretanto, vale ressaltar que pouco priorizavam o conhecimento, centrando-se apenas nas questões emocionais, afetivas e psicológicas e nas etapas evolutivas da criança. Com relação à arte na educação, os pressupostos eram muito mais voltados à recreação do que às articulações com a arte, a cultura e a estética. Como exemplo, é possível citar a ênfase em exercícios bidimensionais que priorizava desenhos e pinturas chapadas. Ou seja, os conceitos sobre arte resumiam-se a simples técnicas. De acordo com PILLOTTO (2000, 61) “é interessante observar que esse Caderno, embora tenha uma fundamentação teórica voltada às concepções do ensino da arte modernista, na sua essência é muito mais tecnicista no que diz respeito aos exercícios repetitivos, mecânicos e sem a preocupação com a reflexão dos conceitos”.

Na década de 90, o MEC lança o Caderno do Professor da Pré-Escola, com uma abordagem contextualista, na qual a arte deixa de ser tratada apenas como atividade prática e de lazer, incorporando o ato reflexivo. Apesar dessas transformações, a arte permanecia ainda com foco em abordagens psicológicas e temáticas. A arte na educação infantil nesta década ainda buscava uma consistência teórica, conceitual e metodológica.

A partir de 2000 as discussões reflexivas sobre a arte na educação infantil ganham novos espaços na literatura, nas propostas curriculares e especialmente na pesquisa. É com este propósito que em 2002 iniciou-se na Universidade da Região de Joinville a pesquisa “O Programa Institucional Arte na Escola e sua dimensão no ensino e aprendizagem da arte”. O objetivo desta pesquisa é avaliar reflexivamente as ações dos programas de educação continuada para profissionais da educação, no intuito de perceber os aspectos frágeis com relação a arte no contexto escolar, diagnosticando a realidade para construir coletivamente novas proposições.

A pesquisa tem apontado a necessidade de novos constructos* para a arte na educação infantil, no sentido de desenvolver práxis nas quais haja a total integração do profissional da educação infantil, do profissional da arte na educação, das crianças, da instituição e da comunidade. Esta abordagem tem se mostrado eficiente e consolidada para a educação infantil na Itália, sendo disseminada em outros países. Obviamente, entende-se que cada espaço possui especificidades próprias que devem ser respeitadas. Portanto, a idéia não é a de adotar modelos estrangeiros, mas de tê-los como possibilidade de referência.

A partir desta pesquisa, a proposta é apontar constructos (a curto, médio e longo prazos), nos quais cada instituição de educação infantil tenha um profissional habilitado no ensino da arte, capaz de desenvolver projetos pedagógicos em parceria com os demais educadores, enfatizando os aspectos cognitivos, sensíveis e culturais em arte.

Nesta perspectiva, entende-se por novos constructos propostas que partem de uma visão de currículo não linear ou sistêmico, considerando o contexto histórico-social, as necessidades e interesses das crianças, no qual educadores, crianças, instituição e comunidade desenham um currículo que parte do trabalho coletivo.

O planejamento no currículo, a partir da perspectiva sistêmica, pressupõe como método de trabalho no qual professores “apresentam objetivos educacionais gerais, mas não formulam objetivos específicos para cada projeto ou atividade de antemão. Em vez disso, formulam hipóteses sobre o que poderia ocorrer com base em seu conhecimento das crianças e das experiências anteriores.” (RINALDI: 1999,113).

A partir desta visão, especificamente para a arte na educação infantil está o educador em arte, que atua em consonância com os demais educadores da instituição, aprofundando conceitos e linguagens da arte. A função do profissional em arte na educação não é simplesmente ministrar aulas fragmentadas de arte, mas, sobretudo de organizar um espaço de cultura que possibilite a ampliação das expressões e das linguagens da criança. No que este espaço contribui? “Ajuda que os professores compreendam como as crianças inventam veículos autônomos de liberdade expressiva, de liberdade cognitiva, de liberdade simbólica e vias de comunicação”. (VECCHI: 1999, 129)

Como historicamente pode-se observar, a arte na educação infantil possuía um perfil de recreação e de desenvolvimento emotivo e motor. Hoje, a arte na educação infantil está em processo de rupturas e transformações, exigindo das políticas educacionais, dos cursos de Formação de Professores, especialmente das Licenciaturas em Arte, um comprometimento com os aspectos cognitivos, sensíveis e culturais.

Cabe então, a todos os profissionais que atuam direta ou indiretamente com o ensino da arte, uma reflexão não somente dos processos de sala de aula, mas também do seu papel como cidadãos, protagonistas de uma história.


Referências bibliográficas

GANDINI. Lella & EDWARDS, Carolyn. Bambini: a abordagem Italiana à educação infantil. Trad. Daniel Etcheverry Burguño. Porto Alegre: ArtMed, 2002.

EDWARDS, C., GANDINI, L., FORMAN, G. As cem linguagens da criança: abordagem de Reggio Emilia na educação da primeira infância. Porto Alegre: ArtMed, 1999.

PILLOTTO, Silvia S.D. A trajetória histórica das abordagens do ensino e aprendizagem da arte no contexto atual. Revista Univille, V.5, n.1, abr, 2000.

RINALDI, Carlina. O Currículo Emergente e o Construtivismo Social. IN: EDWARDS, C., GANDINI, L., FORMAN, G. As cem linguagens da criança: abordagem de Reggio Emilia na educação da primeira infância. Porto Alegre: ArtMed, 1999.

VECHI, Vea. O Papel do Atelierista. IN: EDWARDS, C., GANDINI, L., FORMAN, G. As cem linguagens da criança: abordagem de Reggio Emilia na educação da primeira infância. Porto Alegre: ArtMed, 1999.

* Silvia Sell Duarte Pillotto, Mestre em Educação pela Universidade Federal do Paraná e Doutoranda em Engenharia da Produção (Gestão) na Universidade Federal de Santa Catarina, é professora dos Departamentos de Artes Visuais e Pedagogia na Univille, além de coordenadora pedagógica do Pólo Arte na Escola e coordenadora da pesquisa "O Programa Institucional Arte na Escola na região de Joinville e sua dimensão no ensino e aprendizagem da arte". Letícia Mognol, Mestranda em Educação na Universidade do Vale do Itajaí, é professora do Departamento de Artes Visuais da Univille e pesquisadora do mesmo projeto.

Credenciamento de profissionais de dança, teatro e música

Núcleo Vocacional inicia credenciamento de profissionais de dança, teatro e música

Entre os dias 15 e 19 de dezembro, o Departamento de Expansão Cultural receberá inscrições de interessados em atuar como artistas-orientador es nestas áreas

O Departamento de Expansão Cultural de São Paulo (DEC) abre, dia 15 de dezembro, as inscrições para os interessados em orientar e coordenar equipes nas áreas de dança, música e teatro.

Serão credenciados até 180 artistas de dança, 200 de música e 220 de teatro, entre orientadores, responsáveis pela realização das atividades de formação dos alunos, exercendo o papel de agente cultural, e coordenadores, que acompanharão este trabalho avaliando e auxiliando os artistas-orientador es.

Os interessados devem se inscrever na sede do DEC à Av. São João, 473, no 6º andar até dia 19 de dezembro, entre os períodos de 10h às 12h e de 14h às 18h. Para participar, o candidato deve comprovar experiência na área pretendida, apresentar o DRT ( apenas para as áreas de dança e teatro), preencher ficha de inscrição disponível no Núcleo Vocacional e entregar os documentos solicitados pelo edital.

Cada artista-orientador receberá 34 reais por hora efetivamente trabalhada numa carga estimada de 45 horas mensais. Para os coordenadores, a carga horária é de 45 a 55 horas mensais e o valor de 38 reais por hora.

Os aprovados na primeira fase serão apresentados a partir do dia 20 de janeiro de 2009 no Diário Oficial, assim como as datas das convocações para a entrevista da segunda fase.

Confira o edital na íntegra

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/noticias/?p=5586

Documentário: Criança, a alma do negócio

Imagem: www.criancaeconsumo.org.br

Prezados,

Não deixem de ver o trailer do impactante documentário de Estella Renner, que foi lançado durante o II Fórum Internacional Criança e Consumo que aconteceu em setembro deste ano no Itaú Cultural.

Segue abaixo o link.

Aproveitem!

"Criança, alma do negócio"
http://www.youtube.com/watch?v=rW-ii0Qh9JQ

Atenciosamente,

Lais Fontenelle
www.criancaeconsumo .org.br

Palestra com Profa Maria Helena Wagner Rossi

Educação estética na escola: uma pesquisa longitudinal

palestra com Profa Dra Maria Helena Wagner Rossi
da Universidade de Caxias do Sul/RS
autora do livro Imagens que falam: leitura da arte na escola.

03 de dezembro, quarta-feira,à s 15h45
Universidade Presbiteriana Mackenzie
sala 48 do prédio da rua Maria Borba, 40
(paralela a Rua Maria Antonia)

Promoção: Programa de Pós-graduação em Educação, Arte e História da Cultura

domingo, 23 de novembro de 2008

Dica de site: Mapa das Artes

Dêem uma olhada no site do Mapa das Artes. Tem muitas opções bacanas!

http://www.mapadasartes.com.br/listann.php?lid=1

Gregório Gruber no Horto!


Eis um dos meus artistas favoritos em um dos meus lugares favoritos! Imperdível! (Selma)

Horto recebe duas exposições até fevereiro de 2009
Publicação: terça, 18 de novembro de 2008.
Originalmente disponível em http://yahoo.guiadasemana.com.br/yahoo/noticias.asp?ID=4&cd_news=46666&cd_city=1

O Palácio do Horto recebe as exposições Gregório Gruber - Florestais e A Arte da Cerâmica Aqui e Lá, até 28 de fevereiro de 2009.

A primeira reúne obras que retratam a região da Cantareira, a maior floresta natural em área urbana do mundo.

Gregório Gruber é pintor e desenhista e mantém seu ateliê há mais de 30 anos na região do Horto Florestal.

Serão expostas mais de 40 pinturas, aquarelas, esculturas em terracota e desenhos em carvão.

Na segunda, na Sala Especial do Palácio, estão 59 peças da coleção do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, com obras de origem marajoara. Os primeiros vestígios da cerâmica marajoara são datados do século IV, fruto do trabalho dos índios habitantes da Ilha de Marajó.

Serviço
Endereço: Rua do Horto, 931 - Horto Florestal.
Preço: Grátis.
Telefone: 2193-8282.
www.acervo.sp.gov.br